Alma sem esconderijos

 

Untitled | via Facebook

 

Sou uma alma de peito aberto, não guardo segredos antigos, não preciso que desvendem meus mistérios, estes não existem. Antes de tudo minha alma esta lavada de esconderijos para este tipo de coisas. Tenho um coração que escreve mais que minhas mãos, pois aprendi a escrever depois que aprendi a amar. Nunca dei chance a ninguém de me fazer feliz, porque eu sempre tive um compromisso comigo mesma de me dar quantas chances fossem preciso para eu mesma me fazer feliz. Escrevi uma carta de amor e desejei como se fosse a coisa mais importante do mundo “que seja leve, que seja leve…”.

Aprendi que na verdade o que se precisa para a vida é estar em paz com Deus. Pessoas fazem parte do ciclo da vida, a família vai ficar, independente de quanto tempo passe e do quanto façam você chorar. Paixões não serão eternas e até encontrar o amor verdadeiro, muitos ficarão pelo caminho. A lição que aprendi é: seja sempre você, tenha princípios, não mude de opinião como quem troca de roupa para agradar alguém. Na hora certa, suas verdades, princípios e desejos baterão de frente com as mesmas verdades, princípios e desejos de outro alguém. Por isso não tente fazer ninguém caber nas suas expectativas, não molde atitudes. No máximo você estará atrasando seu verdadeiro amor chegar.

E sempre escrevo sobre leveza e do como tentar controlar alguém só afasta esse tal alguém. Na verdade se existem desejos diferentes, não existe um futuro lado a lado. E é uma pena só pararmos para refletir quando estamos tristes, quando não temos o que queremos e o peito, por qualquer besteira, dói.

“Amo mais do que posso e, por medo, sempre menos do que sou capaz. Quando me entrego, me atiro e quando recuo não volto  atrás. não aposto em jogo de cartas marcadas. Penso mais do que falo. E falo muito, nem sempre o que você quer saber. Eu sei. Gosto de cara lavada — exceto por um traço preto no olhar — pés descalços e sinto falta de uma tatuagem. Mas há uma mulher em algum lugar em mim que usa caros perfumes, sedas importadas e brilho no olhar, quando se traveste em sedução. Se você perceber qualquer tipo de constrangimento, não repare, eu não tenho pudores mas, não raro, sofro de timidez. E note bem: não sou agressiva, mas defensiva…” Martha Medeiros

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