e após tudo, o depois.

Eu tenho um coração tão meu, tão cheio de meninices e carinhos, de medos e inseguranças. Mas de alguma forma é dessa maneira que me refaço, que existo, que as coisas existem pra mim. Eu nasci com sentimento demais nesse peito. Longe de ser a mulher fatal que muitas gostariam, me resumo em previsível e obvia. Não sei jogar no amor. Não sei fingir no amor.  E mesmo assim, ainda faço das minhas besteiras de “fingida moderna”. Preciso de conversas profundas, porque faz tanto tempo e eu nem me lembro mais de como é que se faz. Porque após tudo, falta compartilhar o depois, falta conversar no silêncio, se entender em olhares…

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1 Comentário

  1. É mesmo Mari… ;*

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