qualquer coisa nova

E então tenho levado rasteiras da vida vez ou outra. Tenho aprendido como as coisas estão e são pro mundo e não me pertencem, tenho deixado que todas essas coisas façam seu destino e voem para onde devem estar. Aprendi que não há como aprisionar o que quer que seja , nem o amor, nem a felicidade nem a tristeza. Me sinto sem amarras e sem peso algum. Mas agora, há de se olhar para dentro, há de se saber qualquer coisa nova, já que me desfiz de antigos conceitos. Tenho tentado entender as coisas como elas são, sem a fantasia romântica que carrego no olhar. Na verdade, mais que isso, tenho tentado não entender, deixo apenas que as coisas existam, a maioria delas não tem me tocado na pele, nem interferido no meu existir.

A única coisa já certa é que são novos tempos. Então me vejo com as mãos vazias e isso não me diz nada além de que recomeçamos sempre que preciso. Foi preciso durante muito tempo, mas agora tem sido inevitável. A mudança não pediu para entrar, derrubou a porta e disse “vim para ficar”. Sei lá, não há o que se dizer do agora, só que tem cores diferentes morando no meu sorriso e há tanta paz no existir, que me livra dos medos do amanhã, há qualquer coisa no agora de especial, seja a minha transparência de alma ou meu encontro com as palavras. Há qualquer coisa aqui, qualquer coisa assim…

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