Soprando a poeira

Eu decido hoje, abrir minha mão e soprar essa poeira velha que ficou. Porque a areia que, em vão, tentei guardar escapou por entre os dedos. Só restou o pó,  essa coisa velha, cansada. E não há nada que se possa fazer de mãos fechadas.

Eu estou abrindo minha mão e soprando esta poeira velha. Estou deixando essa coisa mágica chamada destino (o que dentro de mim mais acredito ser Deus) agir na minha vida. Estou reconhecendo que existe algo maior no controle, que existe um motivo, uma explicação, uma razão para as coisas serem como são.

Acredite você também.

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2 thoughts on “Soprando a poeira”

  1. Que lindo Mari…. Amei!!! Perfeito… parabéns! Você consegue expressar o que muitas pessoas sentem bem lá no fundo de cada um, com belas palavras …

    Mais uma vez eu lhe digo: Escreve um livro! beijão.

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