Embora a vontade de parar seja grande, de viver só disso, dessas lembranças, desses momentos, da esperança que as coisas vão ser como antes, a gente continua tentando sempre. Mesmo quando esse “tentando” seja apenas colocando um pé na frente do outro pra andar, mesmo que seja preciso respirar mais fundo algumas vezes pra poder continuar dando esses paços e mesmo que as vezes calada, ninguém saiba o que se passa dentro do peito, nem suspeite que o unico pensamento cansado e repetitivo ainda é o mesmo.
Porque ninguem suspeita que por dentro desse corpo, desse andar apressado, dessa fala ríspida e e muitas vezes mal interpretada tem um coração sim. Um coração manso e tranquilo, um coração que mesmo que sofra se derrete em amor.

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